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22 de maio de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTUDO INTERNACIONAL DE PREVISÃO DA ADIPOSIDADE GORDURA INTRA-ABDOMINAL (OBESIDADE) E SUAS RELAÇÕES COM RISCO CARDIOMETABÓLICO/GORDURA INTRA-ABDOMINAL.

É O PRIMEIRO GRANDE ESTUDO INTERNACIONAL A UTILIZAR DADOS NORMATIZADOS CARDIOMETABÓLICOS E TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC) PARA AVALIAR O RISCO EM PESSOAS COM ALTERAÇÃO DO METABOLISMO DA GLICOSE CIRCULATÓRIA, INVESTIGADORES ENCONTRARAM ASIÁTICOS COM UM IMC DE 23 KG/M² QUE APRESENTAVAM A MESMA QUANTIDADE DE GORDURA VISCERAL QUE OS BRANCOS COM UM IMC DE 27-28 KG/M².

Este achado, cria uma nova situação para se fazer o diagnóstico da obesidade intra-abdominal, visceral ou central, para não deixarmos tornar ainda mais devastador e complexo, o desenvolvimento desta doença, assim como os protocolos de diagnósticos muito mais difíceis para médicos clínicos para efetuarem de forma mais correta sua observações, que conforme alguns pesquisadores prospectivos, já era questionável. Isto explica, em parte, porque a obesidade visceral, intra-abdominal ou central assim como a gordura no fígado (esteatose hepática), ocorria de forma significativa também em pacientes magros, ou seja, sem a gordura distribuída por todo o organismo como gordura de revestimento. As pessoas descendentes de asiáticos podem não ter um ganho de peso, mas depositam com mais facilidade gordura visceral, devido a hábitos e características genéticas e mais, gordura no fígado (esteatose hepática), e como conseqüência, eles poderão ter risco aumentado de desenvolver diabetes mellitus tipo 2, do que os caucasianos com o mesmo IMC. Esta não é a primeira vez que se observam diferenças étnicas em relação à deposição de gordura visceral, intra-abdominal ou central, nem mesmo considerando-se a gordura intra-hepática (esteatose hepática), mas é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas. A observação é especialmente notável, porque o sedentarismo é cada vez mais comum entre os asiáticos e seus descendentes com a modernização, que vem transformando o mundo, dado que se observa em termos de fatores de risco étnico, visto que os efeitos cardiovasculares da modernização, tem sido sentido pela população mundial de forma devastadora. Peter Libby, MD, chefe de medicina cardiovascular na Harvard Medical School – Boston - Massachusetts, disse que a elucidação das diferenças étnicas é de vital importância.

"Esta é uma observação importante", disse ele. "Os asiáticos podem armazenar metabolicamente perigosos [níveis] fora de proporção, de gordura intra-abdominal, visceral, central, esteatose hepática com relação ao IMC. Acho que os médicos podem estar subestimando o risco cardiometabólico, quando estiver usando o IMC, “dentro dos parâmetros conhecidos como normais” apenas em pessoas de ascendência asiática, esquecendo que pode estar acontecendo o mesmo com os caucasianos, devido à diversificação, miscigenação e hábitos raciais". Isto é, um alerta importante e mais preciso, que como médicos e como povo nós precisamos levar muito a sério, observações sérias como estas, pois se desejamos ter uma melhor qualidade de vida, uma maior sobre vida com qualidade de sobrevivência sem sofrimentos, 
é importante tomarmos atitudes preventivas já.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1.A observação de que o IMC varia com a etnia, mescigenização e hábitos raciais é importante... 

2.O risco de risco cardiometabólico para o IMC “dito dentro dos padrões da normalidade” é maior em descendentes de asiáticos... 

3. Esta é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas... 

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 

Referências Bibliográficas:
Peter Libby, MD - Chefe de Medicina Cardiovascular na Harvard Medical School – Boston – Massachusetts – USA Jean-Pierre Després, PhD, FAHA, da Universidade Laval – Quebec - Canadá.








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